Sob um plano de 1/4,
Lembro de ti e da minha insensatez
Que no azo me irrompeu
E, ainda no ensejo, me fez procrastinar
Sob a pesada paleta
Insensato? Eu te matei, querida.
Ceifei-te a vida ao me atrever a te imbuir minha subjetividade.
Matei-te por pintar seu talhe de sílfide.
Mas me alegro disto agora, ao plano de 3/4
E vejo a obra, já finalizada, a um plongée.
Louvo-me pela destreza.
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