domingo, 19 de dezembro de 2010

brasil delgado { carta a Joãos e Silvas

Traga-me em um punho uma porção de simplicidade, e é pra outra mão estar livre para no buraco entrar, a taramela puxar, atravessar o copiar, alpendre adentro e me entregar. Simples assim. Estou no fim, ladeando a cadela que ladra à capela, estou a açulá-la, cadela ruça, russa.
Frente à capela há muitos tijupás, a terra do Paul, e por lá passa meu-boi-bumbá. E viva os Palauás flex no terraço. Estou a me esconder do frontispício. Beijos, femme du chocolat. Viva ainda à globalização [no passe entre parnaso e político]

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